Encontros de Prospetiva da Arrábida

Credit: Igiul / CC-BY-SA-3.0

Os Encontros de Prospetiva têm como objetivo estimular a análise prospetiva em Portugal e garantir um espaço anual de reflexão crítica e aberta em torno de questões estruturantes para o desenvolvimento do País e do seu posicionamento internacional, assim como da Europa e do seu posicionamento global.

Iniciados em 1992 a partir de um convite da Comissão Europeia, através da Célula de Prospetiva então criada por Jacques Delors, para integrar o estudo europeu de prospetiva sobre a Europa pós-1992 (isto é, após a realização do Mercado Único), os Encontros de Prospetiva mobilizaram, ininterruptamente, ao longo dos últimos 30 anos, atores públicos, designadamente de setores académicos e científicos, assim como responsáveis políticos, dirigentes empresariais, parceiros sociais, e especialistas nacionais e estrangeiros. Os Encontros concentraram-se especialmente, ao longo dos anos, no debate das condições para o desenvolvimento da sociedade portuguesa (e das sociedades europeias) como sociedades e economias baseadas no conhecimento.

Assim, estudos desenvolvidos para a Comissão Europeia sobre o Futuro da Cultura Científica na Europa, ou sobre o Futuro da Educação Científica na Europa, acompanharam a análise recorrente das condições de desenvolvimento da investigação empresarial em Portugal, a Prospetiva do Ensino Superior em Portugal (em 1993) ou o desenho e conceção da primeira estratégia europeia para a Sociedade da Informação (eEurope), em 1999. Posteriormente, Os Encontros incluíram a análise da crise da dívida portuguesa e as suas consequências, as condições de industrialização, a evolução da balança tecnológica de pagamentos e do crescimento das exportações, a promoção do capital humano em Portugal, a maturidade da capacidade científica e tecnológica nacional e a sua relação com o desenvolvimento social e económico. Mais recentemente, os Encontros foram críticos para a preparação da estratégia espacial portuguesa, o futuro do trabalho e o combate à precariedade no trabalho, assim como o desenvolvimento de plataformas internacionais alargadas, designadamente nos planos educacional, científico e tecnológico.

Os Encontros de Prospetiva foram lançados e coordenados por José Mariano Gago (1948-2015) até 2014 e, desde então, têm sido coordenados por João Ferreira do Amaral e Manuel Heitor.

Todos os Encontros de Prospetiva têm-se realizado no Convento da Arrábida, com o patrocínio da Fundação Oriente (e ainda da Comissão Nacional para os Descobrimentos Portugueses, nos primeiros anos).


Súmula dos Encontros de Prospectiva

2023

32º Encontro

04 a 06 de setembro

    Dia 1: A evolução da Agenda 2030 e as perspectivas para a evolução da cooperação da Europa com o Sul Global: oportunidades e desafios para a Aliança “Knowledge for People, the Planet and Prosperity through Partnerships, (K4P Alliances).
    • Agenda 2030: desafios políticos, económicos, financeiros e regulatórios na era digital
    • Perspetivas de evolução dos quadros regulatórios a nível internacional, juntamente com potenciais formas inovadoras das relações entre os sectores público e privado
    • A Ciencia dos dados para o desenvolvimento: desafios e oportunidades
    • K4P Alliances: evolução e perspetivas de desenvolvimento da cooperação com o Sul Global - condições para a evolução da cooperação europeia com o Sul Global?
    • K4P alliances: projectos em curso e planeados: https://k4palliances.com/projects.html
    Dia 2: Uso da terra, monitorização dos solos e observação de carbono (“Land use, Soil and Carbon Observation”) - desafios e oportunidades.
    • Projetos e missões possíveis: o mapeamento de estruturas florestais/agroflorestais e de áreas costeiras (i.e., manguezais tropicais, sapais)
    • Representação digital (“Digital Twin”) da floresta e dos oceanos, monitorização do solo, gestão da água e cargas de combustível da vegetação com alta resolução temporal e espacial, assim como dos níveis e “stoks” de carbono e da capacidade de sequestro de carbono. Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África. Desenvolvimento, certificação internacional e validação de metodologias
    • Valorização social e económica de ativos biológicos (e.g., produtos naturais) e desenvolvimento de bio-economias: Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África, incluindo em estruturas florestais/agroflorestais e áreas costeiras (i.e., manguezais tropicais, sapais)
    • Novos sistemas espaciais de observação da Terra e integração em sistemas avançados de sensorização e processamento de informação, juntamente com a necessidade de garantir uma transição ecológica efetiva: desafios e oportunidades tecnológicas, organizacionais e económicas que emergem, incluindo infraestruturas de conectividade digital e redes de comunicação seguras
    Dia 3: A transição ecológica em sistemas urbanos e a ciência dos dados no apoio ao desenvolvimento de territórios sustentáveis e saudáveis: desafios no Sul Global.
    • Desafios e oportunidades face à experiência de desenvolvimentos recentes – representação/modelação digital de meios urbanos (“Digital Twin”), plataformas digitais e mobilidade urbana
    • Desenvolvimento, certificação, massificação e validação; planeamento urbano, modelação e inovação em contextos urbanos
    • Desafios e oportunidades para formas responsáveis de Inteligência Artificial (i.e., “Responsible AI”) e perspetivas para redes digitais descentralizadas
    • Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África e a Inovação centrada nas comunidades (“Community-centered research and innovation”): dinâmicas de inovação emergentes, envolvendo a participação ativa de comunidades e pessoas em geral para alcançar o desenvolvimento sustentável, erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades
    • Territórios sustentáveis e saudáveis e iniciativas orientadas para fomentar o conceito de “One Health” (“saúde Integral”): Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África, incluindo em ambientes remotos (e.g., Amazónia, Africa) e de elevada vulnerabilidade social e económica (e.g., comunidades, grupos minoritários)

2022

31º Encontro

05 a 07 de setembro

    Dia 1:
  • Aliança “Knowledge for People, the Planet and Prosperity through Partnerships, (K4P Alliances)”: apresentação e discussão do racional e dos termos de referência em associação com a valorização do conceito de “Agência Humana” e dos desafios para o desenvolvimento e processamento de “ecologias de dados”, juntamente com a discussão de projetos piloto em curso e planeados em África e na América Latina (incluindo, Cabo Verde; Guiné-Bissau; S. Tome e Príncipe; Rio de Janeiro; Acre; Amazónia; Ceará; São Paulo).
  • Os desafios económicos, financeiros e regulatórios da transição ecológica e da economia “Net zero” na era digital: perspetivas de “Green Financing” e da evolução dos quadros regulatórios a nível internacional, juntamente com potenciais formas inovadoras das relações entre os sectores público e privado
  • Dia 2:
  • Uso da terra, monitorização dos solos e observação de carbono (“Land use, Soil and Carbon Observation”): mapeamento de estruturas florestais/agroflorestais e de áreas costeiras (i.e., manguezais tropicais, sapais) - representação digital (“Digital Twin”) da floresta e dos oceanos, monitorização do solo, gestão da água e cargas de combustível da vegetação com alta resolução temporal e espacial, assim como dos níveis e “stoks” de carbono e da capacidade de sequestro de carbono. Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África. Desenvolvimento, certificação internacional e validação de metodologias.
  • Valorização social e económica de ativos biológicos (e.g., produtos naturais) e desenvolvimento de bio-economias: Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África, incluindo em estruturas florestais/agroflorestais e áreas costeiras (i.e., manguezais tropicais, sapais).
  • Novos sistemas espaciais de observação da Terra e integração em sistemas avançados de sensorização e processamento de informação, juntamente com a necessidade de garantir uma transição ecológica efetiva: desafios e oportunidades tecnológicas, organizacionais e económicas que emergem, incluindo infraestruturas de conectividade digital e redes de comunicação seguras.
  • Dia 3:
  • A transição ecológica em sistemas urbanos e o uso de Inteligência Artificial de apoio ao desenvolvimento de territórios sustentáveis e saudáveis: desafios e oportunidades face à experiência de desenvolvimentos recentes – representação/modelação digital de meios urbanos (“Digital Twin”), plataformas digitais e mobilidade urbana – desenvolvimento, certificação, massificação e validação; planeamento urbano, modelação e inovação em contextos urbanos. Desafios e oportunidades para formas responsáveis de Inteligência Artificial (i.e., “Responsible AI”) e perspetivas para redes digitais descentralizadas. Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África.
  • Inovação centrada nas comunidades (“Community-centered research and innovation”): dinâmicas de inovação emergentes, envolvendo a participação ativa de comunidades e pessoas em geral para alcançar o desenvolvimento sustentável, erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades. Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África. Desafios e oportunidades tecnológicas, organizacionais e económicas que emergem.
  • Territórios sustentáveis e saudáveis e iniciativas orientadas para fomentar o conceito de “One Health” (“saúde Integral”), juntamente com transição ecológica da economia e da sociedade na era digital, suportada por inteligência artificial responsável: redes digitais para a saúde ambiental. Projetos piloto em Portugal, na Europa, na América Latina e em África, incluindo em ambientes remotos (e.g., Amazónia, Africa) e de elevada vulnerabilidade social e económica (e.g., comunidades, grupos minoritários). Desafios para a promoção do direito à segurança das pessoas (incluindo segurança pública, acesso à saúde em segurança, segurança alimentar, acesso à educação em segurança, acesso ao trabalho digno em segurança).

2021

30º Encontro

06 a 08 de setembro

  • Dia 1: Ciência, inovação e crescimento económico no contexto Europeu e no quadro temporal 2020-2030: que processos a dinamizar e que metas devem ser garantidas em Portugal e na Europa?... Como valorizar as oportunidades associadas ao Plano de Recuperação Económica (2021-2023-2026) e ao quadro plurianual de financiamento comunitário 2021-2027?...que perspetivas para Portugal no âmbito da dinâmica de evolução da “Área Europeia de Investigação e Inovação”? Como valorizar a Presidência Portuguesa do Eureka (julho 2021-julho 2022)?
  • Dia 2: Novas dinâmicas de emprego e de qualificação, em articulação com o ensino superior: que oportunidades e desafios emergem e que metas devem ser garantidas? Como valorizar as oportunidades associadas ao Plano de Recuperação Económica (2021-2023-2026)?
  • Dia 3: Novos sistemas espaciais e de observação da Terra valorizando o posicionamento Atlântico de Portugal na Europa e contribuindo para a alteração do perfil de especialização da economia portuguesa, juntamente com a necessidade de garantir uma transição ecológica efetiva e responder aos novos desafios do pacote europeu da Lei do Clima (i.e., “Fit for 55”): que oportunidades emergem e que metas devem ser garantidas? Como continuar a valorizar a Copresidência do Conselho Ministerial da ESA (2020-2022) e a Presidência Portuguesa do Eureka (julho 2021-julho 2022)?

2020

29º Encontro

07 a 09 de setembro

  • Dia 1: Novas dinâmicas de emprego e de qualificação, em articulação com o ensino superior: que oportunidades e desafios emergem e que metas devem ser garantidas? Como valorizar as oportunidades associadas ao Plano de Recuperação Económica (2021-2023-2026)?
  • Dia 2: Ciência, inovação e crescimento económico no contexto Europeu e no quadro temporal 2020-2030: que processos a dinamizar e que metas devem ser garantidas em Portugal e na Europa?...que perspetivas para a “Área Europeia de Investigação e Inovação”? Como valorizar a Presidência Portuguesa da União Europeia (1º semestre de 2021), assim como a futura Presidência Portuguesa do Eureka (julho 2021-julho 2022)?
  • Dia 3: Novos sistemas espaciais e de observação da Terra, valorizando o posicionamento Atlântico de Portugal na Europa: que oportunidades emergem e que metas devem ser garantidas? Como valorizar a Presidência Portuguesa da União Europeia na Área do Espaço (1º semestre de 2021), juntamente com a Copresidência do Conselho Ministerial da ESA (2020-2022) e a futura Presidência Portuguesa do Eureka (julho 2021-julho 2022)?

2019

28º Encontro

18 a 20 de novembro

  • Dia 1: Valorizar o posicionamento Atlântico de Portugal na Europa, num quadro de desenvolvimento económico sustentável e da emergência de novos sistemas espaciais e de observação da Terra: que oportunidades emergem e que metas devem ser garantidas?
  • Dia 2: Renovar um compromisso para reforçar a ciência, a inovação e o crescimento económico, facilitando um referencial de convergência na Europa num quadro temporal adequado, até 2030, juntamente com um esforço adicional de coesão territorial e social: que processos a dinamizar e que metas devem ser garantidas em Portugal e na Europa?...que perspetivas para a “Área Europeia de Investigação e Inovação”?
  • Dia 3: Estimular novas dinâmicas de emprego e de qualificação, promovendo novas oportunidades de articulação com o ensino superior: que oportunidades e desafios emergem e que metas devem ser garantidas?

2018

27º Encontro

3 a 5 de setembro

  • Dia 1: Quais as condições para garantir uma evolução adequada do atual programa quadro europeu de investigação e desenvolvimento, “Horizon 2020” (2014-2020), para o programa “Horizon Europe” (2021-2027), de uma forma que facilite um referencial de convergência na Europa, com mais conhecimento, inovação e crescimento económico, mas também com um esforço adicional de coesão territorial e social?
  • Dia 2: Como perspetivar uma estratégia de desenvolvimento científico, tecnológico e empresarial em estreita relação com as oportunidades que se abrem a Portugal no domínio das tecnologias espaciais, assim como as exigências de reforço das condições de segurança e defesa na Europa e no quadro da NATO?
  • Dia 3: Como perspetivar a evolução de Portugal com mais conhecimento, inovação e crescimento económico, mas também com um esforço adicional de coesão territorial e social?

2017

26º Encontro

2 a 4 de Outubro

  • Como estimular a evolução da organização, representação e do financiamento da ciência e tecnologia nos setores público e privado em todas as áreas do conhecimento, de modo a garantir um novo fôlego no nosso desenvolvimento científico e tecnológico?
  • Como perspetivar a evolução do reforço de atividades e negócios de maior valor acrescentado em Portugal nas áreas do Espaço (manhã), dos sistemas e tecnologias de informação (inicio da tarde) e da indústria (final da tarde), e quais as estratégias mais eficazes para o crescimento do emprego qualificado nestas áreas e o investimento privado em I&D? Como perspetivar as relações laborais na era da “internet de tudo”, assim como quais as estratégias mais eficazes para o crescimento económico com base no conhecimento e na crescente digitalização das atividades produtivas e industriais?
  • Como perspetivar a evolução do reforço do emprego qualificado em Portugal nas áreas da indústria e manufatura (manhã), assim como na área agroalimentar e florestas (tarde), e quais as estratégias mais eficazes para o crescimento económico nestas áreas e o investimento privado em I&D? Como perspetivar a evolução do trabalho e do emprego qualificado em Portugal nas áreas industriais, agroalimentar e florestas?

2016

25º Encontro

31 de Agosto a 2 de Setembro

  • Organização e financiamento da ciência, tecnologia e ensino superior
  • Avaliação da Ciência e Tecnologia e do Ensino Superior
  • Portugal e a Europa: inovar, diversificar e especializar o sistema de ciência, tecnologia e ensino superior, com o desenvolvimento social e crescimento económico

2015

24º Encontro

16 a 18 de Novembro

  • Que políticas científicas e tecnológicas podem melhor contribuir para estancar a erosão recente de capital humano em Portugal e fazer ganhar um novo fôlego no nosso desenvolvimento científico e tecnológico?
  • Discussão de temas que poderão ser objecto de futuras iniciativas do Instituto de Prospectiva
  • Perspectivas dos sistemas ciber-físicos (incluindo “Embedded Systems” e as formas que emergem da “Internet das coisas”) em Portugal, nomeadamente no que se refere ao estado da arte da tecnologia e às suas aplicações dos transportes á saúde, passando pelas nossas rotinas diárias, e incluindo a avaliação dos respectivos impactes económico, cultural, político e social, em especial na organização do trabalho, assim como nas políticas públicas.
  • Avaliação dos impactes do desenvolvimento científico e da formação avançada de capital humano na economia, incluindo uma análise comparada de diferentes metodologias que permitam estimar impactes directos e indirectos (i.e., “spillovers”) da acumulação do investimento em conhecimento na economia.
  • Avaliação do estado das ciências e do conhecimento em Portugal, incluindo uma analise temática e de natureza prospectiva, assim como uma análise comparada com a avaliação feita em 1991, quando da participação de Portugal na Europália, e em 1992 pela Academia das Ciências.

2014

23º Encontro

28 a 30 de Outubro

  • Que políticas científicas e tecnológicas podem melhor contribuir para estancar a erosão recente de capital humano em Portugal e para relançar o enraizamento da actividade científica na sociedade, na economia e na identidade internacional do país?
  • Parte I - Recursos Humanos e Instituições
    Que políticas científicas e tecnológicas podem melhor contribuir para estancar a erosão recente de capital humano em Portugal e para relançar o enraizamento da actividade científica na sociedade, na economia e na identidade internacional do país?
  • Parte II – Internacionalização e Enraizamento social e económico da C&T
    Quais as contribuições já disponíveis, ou em preparação, que os estudos académicos e outros sobre a economia, a sociedade, a cultura e a política em Portugal, podem trazer ao debate sobre o futuro de Portugal?

2013

22º Encontro

2 a 5 de Setembro

    Seminário Especial de Formação Avançada:
  • Economia do desenvolvimento
  • O desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia no mundo
  • Instrumentos de política científica
  • Instrumentos de política tecnológica e industrialização. Regulação e normalização
  • Políticas de desenvolvimento do Ensino Superior e mobilidade de recursos humanos
  • Educação científica e promoção da cultura científica
  • Indicadores internacionais de ciência e tecnologia
  • Repositórios e observatórios de políticas científicas e tecnológicas (UNESCO)

2012

21º Encontro

18 a 20 de Outubro

  • Portugal: O futuro da industrialização
  • Portugal: O futuro do Capital Humano
  • Portugal 2040: Condições? Percursos?

2011

20º Encontro

5 a 7 de Setembro

  • Novas condições internacionais para o desenvolvimento científico e novos modos de cooperação académica e científica internacional como factores de desenvolvimento
  • Portugal, a Europa, e a crise internacional: “Portugal e a Europa no centro do furacão” (tomando como ponto de partida o título de um recente livro de Mário Soares
  • Potencial de redes de identidade no espaço lusófono, em contexto de crescente qualificação dos seus recursos humanos e organizacionais
  • Propostas para o desenvolvimento do estudo de prospectiva - Portugal 2040 (como definir, para o futuro, a “Nação Portuguesa”?)
  • Novas oportunidades empresariais abertas pelos novos modelos de cooperação científica e académica internacional

2010

19º Encontro

8 a 10 de Setembro

  • O Estado da Actividade de Investigação Científica em Portugal, em cada sector, e interdisciplinar
  • Recursos humanos em Ciência e Tecnologia
  • Internacionalização e Cooperação Internacional em Ciência e Tecnologia

2009

18º Encontro

1 a 3 de Setembro

  • Condições de Desenvolvimento da I&D Empresarial em Portugal
    Serviços intensivos em conhecimento - (Financeiros, Informáticos, Comunicações, Energia, Engenharia e Consultoria)
    Farmacêuticas, Química, Agro-Alimentar, Papel
    Automóvel, Aeronáutica, Metalomecânica, Equipamentos

2008

17º Encontro

1 a 4 de Setembro

  • O Futuro da Ciência e Tecnologia em Portugal
    Indicadores, metas e instrumentos de Intervenção
    Mobilização de Redes e Organizações Internacionais de C&T
    Valorização económica da actividade de I&D
    Reforço institucional: avaliação, redes e consórcios, gestão e coordenação, órgãos consultivos e de acompanhamento, simplificação administrativa
    Promoção da Cultura Científica e Divulgação de C&T

2007

16º Encontro

3 a 5 de Setembro

  • O Futuro da Ciência e Tecnologia em Portugal
    Indicadores estatísticos
    Metas e Indicadores de Política Científica e Tecnológica
    Instrumentos de política: a experiência e as perspectivas da FCT, da AdI e da ANCCT - Ciência Viva
  • Que futuro para as políticas para a sociedade da informação?
  • O futuro do ensino superior

2006

15º Encontro

4 a 8 de Setembro

  • Reformas: A estratégia de Lisboa (2000) na Presidência Portuguesa da EU (2007)
    A internacionalização da Universidade de investigação como agente para a reforma dos sistemas de ensino superior
    Mudanças e reformas dos sistemas de educação superior nos países da OCDE
    Reformas na economia e na sociedade do conhecimento e a Agenda de Lisboa
    Reformas na organização dos sistemas públicos de ciência e tecnologia

2005

14º Encontro

5 a 9 de Setembro

  • Portugal 2005-2010: Oportunidades de Acção para uma Sociedade do Conhecimento
    Reforçar a base social para o desenvolvimento científico e tecnológico: Cultura Científica, educação científica e tecnológica, enraizamento social das ciências
    Oportunidades de consolidação do sistema C&T - Necessidades e oportunidades de competências científicas e técnicas
    Sociedade da Informação: Perspectivas e oportunidades (Educação, Formação e Certificação de competências; Desburocratização e modernização dos serviços públicos; Conteúdos)
    Qualidade e internacionalização do Ensino Superior

2004

13º Encontro

11 a 14 de Outubro

  • Prospectiva da Sociedade Portuguesa no Contexto Europeu
  • Condições para o desenvolvimento científico e tecnológico do País. A cooperação entre instituições científicas e o enraizamento social da Ciência em Portugal
  • Redes emergentes de investigação: temas e instituições
  • Redes emergentes de cooperação entre instituições de investigação e empresas e outras entidades
  • Redes emergentes de difusão e apropriação da cultura científica e tecnológica

2003

12º Encontro

6 a 9 e 17 de Outubro

  • Factores internos de transformação
    Disponibilidade e qualificação dos recursos humanos: demografia, educação e formação, valores
    Inovação e produtividade: as potencialidades e vulnerabilidades da classe empresarial portuguesa e os factores de desenvolvimento e atraso científico e tecnológico
  • Identificação das condicionantes externas que actuarão sobre a sociedade portuguesa (actores e factores estruturantes)
    Enquadramento normativo externo, em particular comunitário, e novas formas de funcionamento induzidas na sociedade portuguesa por essa via
    Condicionantes económicas, em particular as que resultam do alargamento da União Europeia

2002

11º Encontro

9 a 13 de Setembro

  • Prospectiva da Sociedade Portuguesa no contexto europeu. Balanço crítico e perspectivas de trabalho futuro
  • Prospectiva da Sociedade Portuguesa no contexto europeu. Balanço crítico e perspectivas de trabalho futuro
  • O Futuro da Sociedade da Informação em Portugal e o Desenvolvimento do Espaço Público (Escolas abertas e em rede)
  • O Futuro da Sociedade da Informação e o Desenvolvimento do Espaço Público (Cidades e Regiões Digitais)
  • O Futuro da Sociedade da Informação e o Desenvolvimento do Espaço Público (Cidades e Regiões Digitais)

2001

10º Encontro

10 a 14 de Setembro

  • Portugal na Europa da Informação e do Conhecimento
  • Desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia (Portugal vs UE) - apresentação e debate do último relatório de benchmarking europeu. Debate sobre o desenvolvimento da investigação nas empresas
  • Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Portugal vs UE) - apresentação e debate do último relatório europeu de benchmarking. Debate sobre duas linhas programáticas: Conteúdos na Internet em Portugal. Das Cidades e Regiões Digitais ao Portugal Digital
  • Condições institucionais para o desenvolvimento da investigação científica nas Universidades portuguesas
  • O desenvolvimento da investigação bio-médica em Portugal e a criação do Instituto Nacional de Investigação Bio-médica

2000

9º Encontro

11 a 15 de Setembro

  • Desenvolvimento de competências na sociedade portuguesa
  • Educação científica e tecnológica: lições de experiência sobre a aprendizagem experimental das ciências
  • Como tornar efectiva a aprendizagem experimental das ciências em Portugal?
  • Competências para a sociedade da informação
  • Competências básicas de cidadania: formação e certificação
  • Disponibilização de conteúdos e formação de competências. Competências profissionais: orientação escolar e profissional, formação, certificação. O mercado de trabalho na sociedade da informação

1999

8º Encontro

13 a 15 de Setembro

  • Rumos para Sociedade da Informação na Europa
  • Sociedade da Informação em Portugal: o mercado
  • Sociedade da Informação em Portugal: condições e mudanças sociais

1998

7º Encontro

14 a 16 de Setembro

  • Oportunidades/Necessidades de desenvolvimento científico e tecnológico induzidas pela modernização dos Portos portugueses
  • Oportunidades/Necessidades de desenvolvimento científico e tecnológico induzidas por investimentos nas obras públicas e na construção
  • Oportunidades/Necessidades de desenvolvimento científico e tecnológico abertas por investimentos na área da saúde
  • Oportunidades/Necessidades de desenvolvimento científico e tecnológico induzidas pelos investimentos na área dos transportes

1997

6º Encontro

16 a 19 de Setembro

  • O Futuro da Política Tecnológica em Portugal

1996

5º Encontro

  • Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia em Portugal

1995

4º Encontro

2 a 5 de Setembro

  • Prospectiva da Sociedade Portuguesa. Abertura e Isolamento - Temas para trabalho futuro: a Economia, a Sociedade e o Estado
  • Prospectiva da Sociedade Europeia: O futuro do modelo social europeu

1994

3º Encontro

4 a 7 de Setembro

  • Prospectiva da Sociedade Portuguesa: Abertura e Isolamento
  • A Ciência na Escola e o Futuro da Cultura Científica na Europa (projecto europeu, coordenado pelo Instituto de Prospectiva, em curso)
  • Cultura Científica e Técnica - Educação - Emprego: prospectiva europeia (integrado na preparação da 2ª Semana Europeia da Cultura Científica)

1993

2º Encontro

31 de Agosto a 4 de Setembro

  • Prospectiva da Sociedade Portuguesa para os próximos 20 anos (estudo em fase de lançamento)
  • Prospectiva do Ensino Superior em Portugal (1ª fase do estudo já concluída)
  • O papel das instituições de Ensino Superior e de Investigação Científica e Tecnológica no desenvolvimento estratégico das cidades (o caso de Lisboa)(em curso)
  • O futuro da Cultura Científica na Europa (integrado na preparação da Semana Europeia da Cultura Científica de 1993)
  • O futuro do "modelo europeu" de sociedade (debate exploratório, na continuidade do estudo já terminado "European challenges post 92: shaping factors, shaping actors)
  • O que é a prospectiva? (debate exploratório)

1992

1º Encontro

7 a 12 de Setembro

  • Factores configurantes das estratégias de médio prazo das empresas, no quadro da CE pós-92
  • Papel das instituições de investigação científica e de ensino superior no desenvolvimento das cidades
  • Prospectiva do Ensino Superior em Portugal

1991

  • Constituição do Instituto de Prospectiva